quinta-feira, 30 de maio de 2019

O que é a "Aguá Pé"




Água-pé é uma bebida alcoólica tradicional de Portugal, com baixo teor de álcool, resultante da adição de água ao bagaço (pé ou engaço) de uva e aguardente. A bebida, a par da jeropiga, é em geral confecionada para consumo nos magustos e outras festividades tradicionais do período de Outono e Inverno, com maior uso nas regiões do MinhoTrás-os-MontesBeira InteriorRibatejo e Estremadura ( especialmente na zona saloia, Torres Vedras, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Lourinhã, Mafra, Cadaval e Caldas da Rainha).
A jeropiga e a água-pé, as bebidas de fabrico caseiro que tradicionalmente acompanham as castanhas pelo São Martinho, correm o risco de desaparecer por falta de enquadramento legal do seu fabrico e comercialização e pela competição com a cerveja.

Licor de amêndoa amarga






Lê-se no rotulo
Bebida tradicional do Algarve.
Um dos licores mais famosos do país, conhecido tanto por Amêndoa Amarga como por Amarguinha, sendo a produção do Algarve a mais procurada.O nosso Licor de Amêndoa Amarga é produzido de forma artesanal sem corantes nem conservantes. É um licor que normalmente é bebido com gelo como aperitivo. Embora também possa servir-se como refresco juntando água tónica e limão, e como digestivo.

Garrafa: 200ml

Licor Beirão "O Licor de Portugal"



Licor Beirão é um licor típico de Portugal, em particular da região da Beira.
A sua produção teve início no século XIX, na vila da Lousã, com base em diversas plantas - entre as quais o eucalipto, a canela, o alecrim e a alfazema - e sementes aromáticas, submetidas a um processo de dupla destilação. O produto assim obtido apresenta uma tonalidade de topázio transparente, de sabor doce.
É normalmente consumido como digestivo, simples ou com gelo.
A bebida, ainda sem o apelido que a caracterizaria, nasceu na vila da Lousã no século XIX.De acordo com a tradição, um caixeiro-viajante do Porto, de passagem pela vila para a venda de vinho do Porto, apaixonou-se pela filha de um farmacêutico local, e com ela se casou, ali se estabelecendo. A farmácia de seu sogro vendia, além dos remédios habituais, licores preparados com ingredientes naturais, segundo receitas ancestrais e secretas.
Com a entrada em vigor, no país, de uma lei que proibia a atribuição de efeitos medicinais a bebidas alcoólicas, o jovem caixeiro decidiu montar uma fábrica em separado, onde veio a desenvolver os processos artesanais do sogro.
Em 1929 teve lugar em Castelo Branco, capital da Beira Baixa, o Congresso Beirão, e este licor foi assim batizado para celebrar esse evento. De notar que o próprio evento premiou o Licor com a medalha de ouro pela excelência e qualidade apresentadas.
Em 1940, devido às dificuldades impostas pela Segunda Guerra Mundial, a fábrica e a receita secreta foram adquiridas pelo jovem José Carranca Redondo, natural da Lousã, que nelas investiu as suas economias, passando a dedicar-se inteiramente ao negócio. A produção do licor passou a estar a cargo da esposa deste e, desde então, o licor tornou-se um dos mais populares do país, sendo hoje consumido por todas as gerações.
É na Quinta do Meiral que o filho e dois netos do fundador fazem perdurar no tempo o sabor único do Licor Beirão. Produzido, segundo a formula secreta original, por uma dupla destilação de 13 sementes aromáticas, plantas e especiarias criteriosamente seleccionadas, o Licor Beirão de cor âmbar e sabor único, é ideal para ser bebido como digestivo, puro ou com gelo, mas também excelente para cocktails e doçarias.
Nos anos 40, 50 e 60 uma campanha massiva nas estradas e cafés de Portugal deu a conhecer o Licor Beirão à maioria dos portugueses. Está ainda na memória de todos o cartaz da tabuleta de madeira com um passarito pousado e a serra da Lousã como fundo, bem como o da “Majorette” que escandalizou pela escassez de roupa. Muitas outras formas de publicidade criativas e inovadoras mantiveram o Licor Beirão como um ícone da publicidade em Portugal. Já neste século campanhas com Manuel João Vieira,José Diogo Quintela, os apresentadores do programa “5 para a meia noite” e Paulo Futre têm mantido o espírito irreverente da marca.o licor é utilizado na preparação de uma variante da caipirinha, denominada caipirão;
O licor é utilizado na preparação de uma variante da caipirinha, denominada caipirão
O rótulo do licor inclui o nome da vila de origem, Lousã, escrito à maneira do século XIXLouzan;
Na década de 1950, foram colocados painéis nas estradas portuguesas, em diversas curvas perigosas, publicitando o licor. Estes painéis acabaram por ser proibidos, mas, de acordo com a imprensa à época, os desastres nesses trechos diminuíram de facto, uma vez que os condutores, com curiosidade pelos cartazes, acabavam por abrandar a velocidade dos veículos.
Na década de 1960, o licor foi publicitado na imprensa com o "slogan" "Licor Beirão - O Beirão de quem se gosta". A frase referia-se, veladamente, a António de Oliveira Salazar. Diz-se que este já conhecia o anúncio mesmo antes de ser lançado, mas limitou-se a sorrir perante a audácia.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Quinta da Alorna Abafado de 5 anos




Castas: Moscatel e Fernão Pires
O mosto é abafado com aguardente vínica de modo a impedir a fermentação e o estágio prolonga-se por 5 anos em barricas de carvalho usadas. 17.5% Vol.
Aroma a Mel e frutos secos sobressaindo o figo e a amêndoa. Apresenta uma textura suave, equilibrando as sensações de frescura e doçura.Final de boca persistente onde perdura o aroma a frutos secos. Como aperitivo, ou para acompanhar sobremesas doces, ou ainda, como simples digestivo. O melhor vinho licoroso para acompanhar o pastel de nata.

Quinta da Alorna 

Antes de partir para a Índia como vice-rei, D. Pedro de Almeida Portugal, 1º Marquês de Alorna, mandou construir em 1725 o palácio que viria a ser palco de grandes acontecimentos históricos e culturais que marcaram o Portugal que fomos e somos. 
Atualmente, a Quinta da Alorna é composta por três empresas administradas pela quarta e quintas gerações da família Lopo de Carvalho. A Sociedade Agrícola da Alorna, que é detentora das outras empresas do grupo, foi constituída no início do Séc. XX e congrega em si as atividades agrícola e florestal. 

Há cinco gerações na família Lopo de Carvalho, a Quinta da Alorna continua a ser a casa que se orgulha da sua tradição, da sua história, e dos seus produtos. Uma história cheia de histórias, ou não fosse a Marquesa de Alorna uma admirável contadora de histórias.




O que é um vinho abafado ?




Terminologia empregue aos vinhos em que a fermentação foi interrompida através da adição de aguardente ou álcool vínico, permanecendo assim uma bebida doce (na medida em que o açúcar natural da uva não se transformou em álcool) e com elevado teor alcoólico.

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Um bom livro e um bom vinho são melhores do que muita gente



Um bom livro e um bom vinho são melhores do que muita gente



Hoje eu sei que não preciso mais me agarrar à adrenalina para me sentir viva. Ler um livro, assistir a um filme, encontrar um amigo me fazem melhor do que voar de asa delta, por exemplo. Chega uma época em que não precisamos mais de autoafirmação. Nós nos conhecemos tão bem que já não fazemos a menor questão e o mínimo esforço para agradar aos outros. Não temos mais a necessidade de nos sentir aceitas, da mesma forma que também não aceitamos qualquer um e qualquer programa.
Uma coisa é certa: o nível de exigência aumenta impetuosamente com os anos e isso reflete em todos os aspectos. Para sair de casa, só se a companhia for excepcional. Para entrar num relacionamento, nem se fala. Depois dos 30, nós só namoramos se valer muito a pena. Antes só do que mal amada. Se isso é bom? Claro que sim! Fica quem quer ficar e vai embora quem deve ir.
Deixo a pressa para os jovens que têm fôlego para nadar — não sei por que — contra a maré do amanhã. Os anos me ensinaram, e vão ensinar aos afobados, que a vida não pode ser vivida em apenas um dia, e que não se deve beber todos os drinks em uma noite só. O tempo e a ressaca estão aí para provar que o mundo gira igual para todos, mesmo que tenhamos a impressão de que para nós só existem duas velocidades: câmera lenta ou avanço rápido.
Mas não podemos ter medo de envelhecer. Nós não vamos nos transformar em monjas solitárias, apenas nos tornaremos mais seletivas, mais cautelosas e mais reflexivas. É mais ou menos assim; enquanto, antes, nós nos lançávamos ao mar sem pensar, agora observamos as ondas primeiro, sentimos o vento, e molhamos um pé de cada vez.
Apesar de andar medrosa, confesso que eu não temo amadurecer. Sabe por quê? Porque a maturidade me fez enxergar que eu não tenho o controle de nada e de ninguém, senão de mim mesma. Já não ponho a culpa nos outros e nem carrego culpa que não me pertence. Estou mais leve e, ao mesmo tempo, mais forte. Aprendi a me proteger da dor ao invés de apenas curar meus ferimentos. Entendi que perfeição não existe, nem príncipe encantado, e muito menos a felicidade eterna.
Enfim, a mulher madura não tem medo de ficar sozinha. Tem medo de ficar mal acompanhada! É preferível a solidão fiel do que a companhia traiçoeira. Um bom livro e um bom vinho são melhores do que muita gente…

Pasteis de bacalhau receita portuguesa

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Dona Elvira Vinho Tinto Licoroso





Cor: Rubi.
Aroma: Uvas bem maduras.
Paladar: Macio e final de boca bem agradável. Final de prova:
Licoroso bem equilibrado de estrutura e de final de prova persistente.
Desde 1954 A Qualidade dos Nossos Vinhos é uma Tradição

Vinho da Arruda Comenda de São Tiago






VINHO TINTO - RED WINE
Vinho Regional Lisboa
 Vinho de Portugal
COMENDA SANTIAGO
Tinto Regional Lisboa Aragonez e Castelão
Cor: Rubi Intensa
Aroma:Frutado, onde se identifica sobretudo o aroma da casta Castelão
Paladar: Boca redonda e aveludada
Final de prova: Longo, suave e persistente
O Comenda de Santiago, também colheita de 2015, é um vinho regional que voltamos a produzir e que apresentamos com um rótulo que valoriza um dos ex-libris do nosso património histórico e arquitetónico, a Igreja da Nossa Senhora da Salvação, a Igreja Matriz da vila. Pode encontrar os novos vinhos nas duas lojas da Adega.
Venha saborear o que Arruda tem de melhor.



Gazela Vinho Verde Branco




GAZELA VINHO VERDE BRANCO TIPO: Tranquilo COR: Branco TONALIDADE: Limão DESIGNAÇÃO DE ORIGEM: DOC Vinho Verde REGIÃO: Vinhos Verdes PAÍS DE ORIGEM: Portugal O VINHO Gazela é um Vinho Verde de sabor suave, leve e refrescante, que sabe bem com a vida. Gazela é um vinho descomprometido, um clássico renovado, que confirma todo o potencial da região para criar vinhos leves e cativantes, ideais para o dia-a-dia. NOTAS DE PROVA Gazela tem uma cor amarelo citrino muito leve, com um ligeiro desprendimento de gás que realça os aromas, sabores e frescura do vinho. Aromático e cativante, Gazela alia às notas de citrinos e frutos tropicais uma acidez viva e estimulante, muito bem equilibrada pelo ligeiro sabor adamado. O resultado é um vinho simples, versátil e muito atractivo.

NOTAS DE PROVA Gazela tem uma cor amarelo citrino muito leve, com um ligeiro desprendimento de gás que realça os aromas, sabores e frescura do vinho. Aromático e cativante, Gazela alia às notas de citrinos e frutos tropicais uma acidez viva e estimulante, muito bem equilibrada pelo ligeiro sabor adamado. O resultado é um vinho simples, versátil e muito atractivo.

 ENÓLOGO: António Braga CASTAS: 40% Loureiro, 30% Pedernã, 15% Trajadura, 15% Azal VINIFICAÇÃO Gazela é produzido na adega da Quinta de Azevedo, magnífica propriedade pertença da Sogrape junto a Barcelos, região dos Vinhos Verdes. As uvas colhidas à mão são desengaçadas e esmagadas suavemente.

O mosto resultante é separado das peliculas em prensas pneumáticas e sujeito a decantação estática durante 24 horas, devidamente protegido de oxidações, até atingir o grau de limpidez desejado. Segue-se a fermentação em cubas de aço inox, sob uma temperatura controlada de aproximadamente 16ºC. MATURAÇÃO Gazela é engarrafado imediatamente após a fermentação e lote, por forma a garantir toda a sua frescura inicial.

A guardar a Gazela deve ser mantida de pé, em local seco e fresco. Dada a sua frescura, Gazela é um vinho que ganha em ser consumido de imediato. SERVIR Gazela deve ser servido bem fresco, em copo de vinho branco ou flute, a uma temperatura entre 6ºC-8ºC.

DESFRUTAR Gazela é ideal para acompanhar com amigos em bons momentos de diversão. DETALHES TÉCNICOS Álcool: 9% | Acidez Total: 7,5 g/L (ácido tartárico) | Açúcar: 12 g/L | pH: 3,1 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Álcool: 7,1g/100mL | Açucar: 1,2g/100mL | Valor Energético: 59kcal (246 kJ)/100mL |

Adequado para Vegans: Não | Adequado para Vegetarianos: Sim | Sem Glúten RESPONSABILIDADE, QUALIDADE E INOVAÇÃO Uma empresa familiar inovadora, focada na criação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de vinho de qualidade superior a nível global, a Sogrape Vinhos é um membro ativo da iniciativa "Vinho com Moderação", e está certificada segundo os mais altos padrões mundiais de qualidade e segurança alimentar.



Vinho Mirante Leve Branco



VINHO REGIONAL LISBOA - BRANCO
Castas: FERNÃO PIRES, SEARA NOVA E VITAL
Cor citrina com aromas tropicais bem evidentes, final de boca de grande frescura e persistente. Deve ser servido entre 10 a 12ºC.
Recomendado para pratos leves de peixe, marisco, ou ainda comoaperitivo ou refrescante.
DENOMINAÇÃO:
Vinho Mirante Branco Leve
Regional de Lisboa
 
ALERGÉNICOS: Contém Sulfitos
QUANTIDADE LIQUIDA: 750ml
TEOR ALCOÓLICO: 9,5% VOL
PAÍS DE ORIGEM: 
Produto de Portugal
Produzido e Engarrafado por:
Adega Cooperativa de Carvoeira, C.R.L.
2565-138 Carvoeira - Portugal
Devido a possiveis alterações de embalagens e/ou rotulos por parte do produtor, devera considerar sempre a informação que acompanha o produto que recebe, ou em caso de duvida sobre ingredientes/substâncias susceptiveis de provocar alergias ou intolerancias, por favor contacte-nos antes da compra.

Vinho Mirante Rosé Leve




VINHO REGIONAL LISBOA - ROSÉ LEVE
Castas: CASTELÃO E ARAGONÊS
Cor salmão de nuances vermelhas, com elegantes aromas a frutos silvestres e ligeiramente floral, apresenta na boca frescura e persistência suficiente. Deve ser servido entre 10-12°C. Recomendado para acompanhar um lanche, pratos de peixe e carne, com confecção ligeira. Poderá ser ainda um bom aperitivo ou refrescante.
DENOMINAÇÃO:
Vinho Mirante Rosé Leve
Regional de Lisboa
 
ALERGÉNICOS: Contém Sulfitos
QUANTIDADE LIQUIDA: 750ml
TEOR ALCOÓLICO: 9,5% VOL
PAÍS DE ORIGEM: 
Produto de Portugal
Produzido e Engarrafado por:
Adega Cooperativa de Carvoeira, C.R.L.
2565-138 Carvoeira - Portugal
Devido a possiveis alterações de embalagens e/ou rotulos por parte do produtor, devera considerar sempre a informação que acompanha o produto que recebe, ou em caso de duvida sobre ingredientes/substâncias susceptiveis de provocar alergias ou intolerancias, por favor contacte-nos antes da compra.

Vinho Papa Figos da casa Ferreirinha





Papa Figos, o grande vencedor da 36.ª edição do IWC© Casa Ferreirinha
Falamos do Papa Figos, da Casa Ferreirinha, que ‘brilhou’ no International Wine Challenge (IWC) 2019, arrecadando as três principais distinções.
Criado sob os padrões de qualidade e tradição de Casa Ferreirinha, berço de referências como Vinha Grande, Quinta da Leda ou o icónico Barca Velha”, o Papa Figos Tinto 2017 acaba de conquistar fãs além fronteiras com o título de Portuguese Red Trophy (melhor tinto português) na 36.ª edição do International Wine Challenge (IWC), uma das competições de vinho mais prestigiadas a nível internacional.
O Papa Figos, descrito como “uma das novas estrelas do Douro”, recebeu ainda a Medalha de Ouro e o prémio IWC Great Value Red (entre 8 e 12 libras) com este Tinto de 2017.
Distinções que reforçam “o sucesso alcançado por esta referência do Douro desde a sua criação - é hoje a marca de vinhos mais vendida em Portugal acima dos cinco euros - e o enorme potencial dos vinhos desta região”.
Em destaque com estes prémios está também a Casa Ferreirinha, que, saliente-se, já tinha estado em destaque a nível internacional com o Papa Figos Branco da colheita de 2016, que figurou “no Top 100 de 2018 da Wine Spectator, revista americana da especialidade que lhe atribuiu 90 pontos e a seleção como Smart Buy”.


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Receita de bolinhos de Côco

Arcadas de Lisboa vinho regional da estremadura



Arcadas de Lisboa Vinho Regional Lisboa - Tinto Syrah e Castelão
Receção com desengace total, esmagamento e fermentação em cubas de inox, com remontagem automática. Utilização de leveduras seleccionadas com fermentação controlada a 26ºC.
Vinho de cor granada, com aromas a frutos vermelhos e notas de baunilha, que lhe conferem um sabor aveludado com madeira bem integrada, tornando-o persistente. Recomendado para acompanhar pratos de bacalhau, carne e alguns queijos. Deve servir-se a uma temperatura entre os 16e0s18ºC.

Nautico Branco



Náutico
Branco Regional Lisboa Malvasia Rei, Jampal e Fernão Pires
Cor:
Citrina.
Aroma:
Frutado, com ligeiro floral.
Paladar:
Boca acídula e frescura natural.
Final de prova:
Prova muito suave e equilibrada com a acidez bem envolvida.

Náutico Rosé



Náutico
Rosé Regional Estremadura Castelão
Cor:
Rosada.
Aroma:
Aroma floral e frutos vermelhos (prunoideas).
Paladar:
Boca viva e frescura natural.
Final de prova:
Prova muito suave e equilibrada com a acidez bem envolvida.
Rose Wine Regional Lisboa Castelão

Vinho de Talha 2015




Vindima e Vinificação

O processo de produção de vinho de talha é um sistema ancestral romano de fazer vinho, onde a talha ou pote de barro, tem uma dupla finalidade, a produção e a armazenagem do vinho. Isto é, faz-se e guarda-se o vinho dentro do mesmo recipiente.
Actualmente, no processo produtivo de vinho de talha, as uvas são despejadas num pequeno tegão que está acoplado com um esmagador/desengaçador, sendo desengaçadas e esmagadas, com o auxílio de uma bomba são transportadas as uvas e o sumo para dentro das talhas, onde se vai dar a fermentação. Durante 3 a 4 semanas, período de tempo em que decorre a fermentação, as massas, também chamadas de balsa, sobem à superfície da talha, sendo necessário mexer as talhas, é a operação de remontagem, que consiste em misturar o mosto com as películas e grainhas da uva, para que a parte sólida seja mergulhada na parte líquida. Concluída a fermentação e de forma lenta, dia após dia, as películas e grainhas vão caindo para o fundo da talha, formando uma manta
compacta, conhecida por mãe. Esta, tem como função principal filtrar naturalmente o vinho para que fique pronto a beber, quando este sai da talha por gravidade através de um orifício que se encontra na parte inferior. O vinho de talha para ser certificado como DOP Alentejo, obrigatoriamente deverá ficar com a ‘mãe’ na talha até ao dia de S.Martinho do ano da colheita (11 de Novembro), o que se verificou com o vinho que apresentamos na nossa marca Adega de Borba – Vinho de Talha.

Um vinho diferente, vinificado 100% em talha de barro, sem estágio em madeira. Preferencialmente para consumidores que procuram vinho de perfil tradicional, com alguma rusticidade e de tipicidade verdadeiramente alentejana.

Notas de prova
Vinho de cor granada.
Aroma e sabor a frutos vermelhos maduros com muita frescura, que persiste com macieza longamente.

Um vinho de sabor ‘a uvas’.
Teor Alcoólico: 13,5% vol.
Acidez Total: 5,40 - pH: 3,70
SO2 Total: <100mg/l



Espumante Raposeira Reserva Bruto






Vinho espumante produzido através das castas Malvasia Fina, Cerceal e Tinta Roriz.De aroma frutado a maçãs e paladar persistente, é perfeito para servir como aperitivo ou digestivo.Estágio minimo de 2 anos em cave.


Marques de Marialva


Marquês de Marialva Singular

 Novo produto
Criar algo verdadeiramente distinto, de reconhecido valor e em lugar diferente dos habituais, sempre me fascinou. Assim surge o vinho licoroso Marquês de Marialva - Singular. Exuberante e complexo, é excelente em momentos de lazer ou para acompanhar queijos estruturados, doces diversos, frutas e chocolates.

Gatão Vinho Verde




O Gatão alia a frescura à juventude, num perfil leve que é embaixador dos vinhos portugueses no mundo. 

Castas
Azal, Pedernã, Trajadura, Avesso e Loureiro.

Notas de Prova
Aspeto Visual - Límpido, de cor citrina, com ligeiro desprendimento de gás.
Aspeto Olfativo - Aroma jovem e frutado.
Aspeto Gustativo - No sabor é macio e delicado, fresco e frutado. É um vinho meio-seco para ser bebido jovem.

Informação Adicional 
Disponível em garrafa cantil (750 ml) e bordalesa (375 ml e 750 ml). 

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Mateus Rosé




Mateus Rosé é um vinho rosé de cor muito apelativa e brilhante. Globalmente, é um vinho fresco e sedutor com boa intensidade aromática e toda a jovialidade dos vinhos jovens. Na boca, é um vinho muito equilibrado e tentador. Leve, fresco, jovem, frutado e ligeiramente “pétillant”, MATEUS ROSÉ oferece uma sofisticação simples, sensual e descomprometida, que tornam qualquer situação num momento muito especial. MATEUS ROSÉ é intemporal, é um estilo de vida e um desejo de viver. Medalha de Prata - "Mundial du Rosé" 2005, França Medalha Prata - Concours Mondial de Bruxelles 2016 Medalha Ouro - Portugal Wine Trophy 2016

 


Vinho verde Casal Garcia





Processo de Vinificação: de produtores selecionados na Região dos Vinhos Verdes são trazidas para o centro de vinificação da Aveleda as melhores uvas das principais castas da Região. As uvas são cuidadosamente vinificadas por prensagem a baixa pressão, à qual se segue a fermentação alcoólica a temperaturas controladas. Aquando do seu engarrafamento, o vinho é previamente filtrado e estabilizado pela acção do frio.
Notas de Prova: apresenta uma cor citrina, um aspeto límpido e ligeiramente efervescente. É um vinho suave e fresco, com aroma delicado, frutado, jovem e equilibrado.
Recomendações: ideal para aperitivo ou acompanhamento da refeição, especialmente pratos leves de cozinha oriental à base de legumes e carnes brancas, assim como mariscos e saladas. Pela sua frescura é particularmente agradável em ambiente jovem e descontraído. Deve ser servido a uma temperatura entre os 8 e os 10ºC.






Doce de abobora da avô

Porto Sandeman Ruby 75 Cl






Em 1790 George Sandeman iniciou o seu negócio em Londres no Tom´s Coffee House, comprando Vinho do Porto através de um empréstimo de £300.

Em 1811 comprou as caves de Gaia, no Porto, e deu-se início a uma das marcas mais reconhecidas no contexto nacional e internacional. Em 1928 George Massiot Brown pintou a famosa figura chamada "DON", o símbolo que representa a capa preta dos estudantes Portugueses e o conhecido chapéu dos cavaleiros espanhóis. O Don, prestigiado ícone, conseguiu o reconhecimento mundial para a marca.
Ao longo de 200 anos a Sandeman tem sido reconhecida como uma marca de Vinho do Porto e Xerez de excelente qualidade, passando de geração em geração. A sua qualidade é reconhecida hoje em dia por líderes de opinião e destacada em competições internacionais de vinho nas quais, desde o ano 2000, obteve mais de 220 prémios.

Porto Offley Tawny 75 Cl





Offley Tawny é um Vinho do Porto tinto elegante, um tawny de estilo clássico com maturidade e frescura, criado para os múltiplos apreciadores deste estilo pela Offley, a prestigiada marca que alia contemporaneidade a quase três séculos de experiência.

De atractiva cor vermelho-alourado, própria de um vinho com mais envelhecimento, o Offley Porto Tawny tem um aroma delicado que recorda os frutos vermelhos maduros, realçado por notas de frutos secos que lhe conferem uma complexidade acrescida. Na boca, destaca-se o bom equilíbrio entre os taninos macios e a sua doçura natural, que se conjugam harmoniosamente para um final elegante e fino.

Receita de cornucopias

Doce de ovos moles

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Porto Ferreira Dona Antonia Tawny Reserva




Criada por uma família de viticultores do Douro, em 1751, a Ferreira possui uma tradição riquíssima e um papel proeminente na história do Vinho do Porto. Dona Antónia Adelaide Ferreira contribuiu significativamente para a consolidação da marca. Uma mulher lendária com uma personalidade única, que se tornou um mito e um símbolo de força, enfrentando as adversidades do Douro no séc.XIX. Ferreira Porto Dona Antónia tem uma cor vermelha forte. O seu aroma é intenso e rico, com nuances de fruta muito madura (ameixa, alperce e compotas) e florais, mais complexo pelas notas de especiarias e frutos secos que lhe advém de evolução na madeira de carvalho, por oxidação. Na boca, é um vinho encorpado, com sabores ricos. Tem um final fino, elegante e de grande persistência. Este Porto é muito versátil, pois combina muito bem com uma grande variedade de queijos e sobremesas portuguesas clássicas: do Serra de Estrela e Azeitão, aos doces de ovos e tortas, pão de ló, doces com passas, compotas e frutos. Servido ligeiramente frio, é muito bom simples e acompanha muito bem vários aperitivos, entradas e saladas.

Receita de pão de erva doce com canela

Bolo de mel e canela

Porto Calém Velhotes







Vinho da Região do Douro. O Cálem Velhotes é um vinho tinto aloirado e meio doce, lotado a partir de uma selecção cuidadosa dos melhores tawnies e envelhecido nas caves em Vila Nova de Gaia. Tem um aroma de fruta madura (groselha e laranja), com tons laranja e um brilho intenso. O paladar é elegante e redondo. Este vinho pode estar em garrafa até 3 anos. É óptimo para acompanhar doces. Excelente se servido fresco com salada de frutas, bolo de chocolate e queijos cremosos. Final harmonioso, fresco e persistente..

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Aprenda a fazer biscoitos de leite

A moscatel de Sétubal





TÃO BOM QUE É CONHECIDO COMO VINHO GENEROSO

Descubra tudo sobre o vinho que é a cara mais conhecida desta região; um vinho único no mundo: o Moscatel de Setúbal.

UM POUCO DE HISTÓRIA
Desconhece-se o momento preciso em que terá começado o cultivo da casta Moscatel de Setúbal na Península de Setúbal, mas estima-se que os Fenícios e os Gregos tenham dado um forte impulso na divulgação do vinho, incentivando as trocas comerciais com outros povos através do estuário do Sado.
A fama do Moscatel de Setúbal, além-fronteiras, terá começado na segunda metade do século XIV, quando Ricardo II de Inglaterra se torna um importador assíduo de Moscatel de Setúbal. Durante o reinado de Luís XIV, o prestígio só aumentou. O “Rei Sol” não dispensava o vinho generoso nas suas festas em Versalhes. Nos séculos XV e XVI, durante a expansão portuguesa, o Moscatel de Setúbal viajava nas naus e galeões em direção à Índia. Após os Descobrimentos, os vinhos eram transportados nas longas viagens às colónias e, muitas vezes, faziam a viagem de ida e volta em barricas expostas ao sol ou submersas na água no fundo dos navios, o que acabou por melhorar a sua já admirada qualidade, originando os chamados vinhos de “Roda” ou “Torna Viagem”, muito valorizados em leilões e dos quais o Moscatel de Setúbal é considerado o embaixador mundial.
O francês Léon Douarche referiu-se ao Moscatel de Setúbal dizendo: “ É o Sol em garrafa”.

CARACTERÍSTICAS DO SOL EM GARRAFA
De eterna volúpia, enorme sensibilidade e prazer, os Moscatéis de Setúbal são maravilhosos na harmonia sempre difícil entre açúcar, álcool e frescura. Feitos a partir das castas Moscatel de Setúbal ou Moscatel Roxo, têm a cor dourada, com forte carácter citrino, doce e compotado. São considerados “o património nacional português que se bebe”, sendo apreciado por reis e pelo povo desde tempos imemoriais.
Os Moscatéis de Setúbal diferenciam-se de outros Moscateis económicos não só pela origem e qualidade das vinhas, garantida pela designação D.O. Setúbal, mas pelo seu tempo de estágio. Um vinho Moscatel de Setúbal é colocado no mercado a partir de 1,5 anos de idade, podendo ostentar na rotulagem o ano de colheita ou as indicações, desde que o vinho em causa, ou cada uma das parcelas do lote que o originou, tenha no mínimo a idade indicada.
Há ainda as seguintes classificações:
Superior: vinhos com um mínimo de cinco anos de idade e que tenham obtido na câmara de provadores a classificação de qualidade destacada.
Reserva: prevê apenas prova em Câmara de provadores com classificação de qualidade destacada.
Moscatel de Setúbal Datado: ano da colheita. Significa que este Moscatel de Setúbal não é blend ou mistura de lotes de diferentes uvas. É somente Moscatel de Setúbal, daquele ano de colheita
Moscatel de Setúbal Não Datado: significa que este Moscatel de Setúbal é blend ou mistura de lotes de diferentes uvas. No seu lote coexistem Moscatéis de Setúbal de diferentes anos de colheita.

Bolo de Morango

Bolo de morango

Ingredientes Bolo Na batedeira, bata os ovos com a água até formar um creme espumante. Sem parar de bater, acrescente, aos poucos,...

Configuração de postagens mais visitadas