quinta-feira, 20 de junho de 2019

Porque existem as garrafas de 750 cêntilitros

CURIOSIDADES:
— AS GARRAFAS DE VINHO SÃO DE 75 cl, POR QUE?
Por que as garrafas de vinho têm uma capacidade de 75 centilitros?
As garrafas de vinho são, em geral, de 75 cl e não de um litro. 
De onde vem esta excepção?
A capacidade de uma garrafa de vinho foi normalizada no século
 XIX e surgiram então as mais loucas explicações para este facto e 
que correspondiam a:
— A capacidade pulmonar de um vidreiro;
— O consumo médio numa refeição;
— A melhor capacidade para conservar o vinho;
— Uma facilidade de transporte...
— Nada disto.
Trata-se simplesmente de uma organização prática e 
com uma base histórica:
Naquela época os principais clientes dos vitivinicultores 
franceses eram os ingleses. Mas estes nunca adoptaram
 o mesmo sistema de medidas dos franceses.
A unidade de volume dos ingleses era o “galão imperial”
que equivalia precisamente a 4,54609 litros.
Para simplificar contas na conversão, transportavam o 
vinho de Bordéus em pipas de 225 litros, ou seja, 
aproximadamente 50 galões. Ora 225 litros correspondiam 
a 300 garrafas de 75 centilitros.
Acontece que 300 é um número mais cómodo para
 os cálculos do que 225...
Tinha-se, portanto, uma pipa, 50 galões, 300 garrafas.
Deste modo um galão correspondia a 6 garrafas.
Aliás, é por isso que ainda hoje as caixas de vinho têm 
em geral 6 ou 12 garrafas”.
© Por: «O SALOIO» – Mafra | Maio/2018

Royal Oporto LBV




Com um estilo derivado dos Vintages, os Late Bottled 
Vintage são vinhos do Porto de excelente qualidade, 
produzidos exclusivamente em bons anos, oriundos 
de uma só colheita indicada no rótulo. Engarrafados 
entre o quarto e o sexto ano após vindima, os Porto LBV, 
ao contrário dos Vintage, beneficiam de um considerável 
envelhecimento em balseiro de carvalho. O vinho apresenta-se 
encorpado com aroma a frutos vermelhos maduros provenientes 
do envelhecimento característico do tipo.


Receita de arroz de marisco

quarta-feira, 19 de junho de 2019

QUINTA DA PACHECA 30 ANOS TAWNY PORT








Producer: Quinta da Pacheca 
Source: PortugalRegion: DouroAppelation: Porto
DESCRIPTION
Pacheca 30 year old Tawny Port is a wine resulting from a lot of several Port Wines that have aged in old casks of 550-liters over many years in the fresh warehouse of Quinta da Pacheca. During aging, the wine loses color, which becomes orange/ auburn.
TASTING NOTES
This wine has a color tone of yellow/or- ange with a marked aroma of caramel- ized almonds and spices such as carda- mom and curry. In the mouth it is soft but very persistent.
SERVING SUGGESTIONS
Should be drunk slightly fresh at the end of the meal accompanying desserts ofdried fruit, figs, chocolate or sweet eggs. Should be served between 16 and 18ºC.
GRAPE VARIETIES
Traditional red grape varieties of the Douro region originally from Old Vineyards.
WINEMAKER: Maria Serpa Pimentel
CHEMICAL ANALYSIS
Achohol by volume: 20% 
vol
Baumé: 3,7pH: 3,55Total Sugars: 105 g/L
 Contém sulfitos - Contains sulfites

Royal Oporto Reserva Ruby



O Royal Oporto Reserva Ruby constitui o resultado de uma cuidadosa seleção e produção, que permite atribuir a este Ruby o título de Reserva.
De cor ruby profundo e excelente estrutura, este Ruby de qualidade superior apresenta uma riqueza em aromas de fruta vermelha bem madura e notas vegetais. Demonstra suavidade, harmonia e frescura.


Receita de pastel de massa tenra

domingo, 16 de junho de 2019

Royal OPorto Rosé




Elegante e macio, com um final frutado, este Porto Rosé apresenta-se longo e persistente.
Vinho licoroso, com uma aparência de cor rosada, este Rosé apresenta um aroma muito frutado, evidenciando notas de frutos vermelhos. Pode ser servido simples e gelado, como aperitivo, ou como um Porto Tónico, juntando gelo, água tónica e uma folha de hortelã.

O Royal Oporto Extra Dry




O Royal Oporto Extra Dry diferencia-se dos restantes Portos Brancos pela sua característica secura, resultado da interrupção tardia na fermentação.
Produzido a partir de castas tradicionais da região e envelhecido em cascos de carvalho durante 3 anos, este Porto Branco Seco é elaborado com os mesmos procedimentos técnicos utilizados para outros tipos de Vinho do Porto, mas deixando a fermentação prosseguir até ao final.
O Porto Branco Seco é muito apreciado como aperitivo e recomenda-se que seja servido fresco e acompanhado, por exemplo, de azeitonas e amêndoas torradas. Também é muito agradável quando servido como Porto Tónico, com gelo e guarnecido com casca de laranja.

Royal Oporto Tawny





Um Tawny jovem, com muita complexidade de aromas de fruta vermelha madura e madeira, oferecendo um bouquet refinado. Na prova, alimenta o seu amadurecimento em madeira mantendo uma forte expressão de fruta passa.

Royal O Porto Ruby





Envelhecido em cascos de carvalho nacional, este Ruby apresenta uma bela cor ruby e nuances de violeta que caracterizam a sua juventude e frescura. Destacam-se os aromas de frutos vermelhos maduros e no paladar, uma harmonia e suavidade constantes. Um Ruby com idade correspondente a 3 anos.


sexta-feira, 14 de junho de 2019

Vinho Porca de Murça




Porca de Murça tinto’ em 39.º entre os 100 melhores 
vinhos do Mundo na lista da Wine Spectator Mais Notícias
O Porca de Murça Tinto da colheita de 2013 está em 39.º lugar 
da lista dos 100 melhores vinhos do mundo, compilada pela 
Wine Spectator, a prestigiada revista norte-americana. 
O néctar da Real Companhia Velha é o vinho mais acessível 
desta lista (garrafa a valer 10 dólares no EUA e €2,99 em Portugal), 
o que reafirma a sua qualidade associada a um excelente preço. 
O editor e provador dos vinhos portugueses Kim Marcus afirma 
mesmo que este é um vinho para beber já ou até 2020.
Para vigorarem nesta shortlist, os 100 eleitos tiveram que passar 
por uma criteriosa selecção por parte do grupo de provadores 
da revista Wine Spectator. A classificação é apenas um 
dos critérios e só os vinhos da categoria “Outstanding”, 
ou seja, com 90 ou mais pontos, passam à fase seguinte. 
A qualidade, o preço, a disponibilidade, a relação 
custo-benefício e o ser considerado um vinho 
“excitement” completam a lista de parâmetros.
Aliado aos 90 pontos, o facto de o ‘Porca de Murça 
tinto 2013’ custar $10,00, quando a média dos 100 
mais rondar os 47 dólares, e ter uma produção de cerca de 
250 mil garrafas pesou certamente na sua escolha. Um vinho comercial 
e de volume com a assinatura enológica de Jorge Moreira e a 
chancela de qualidade da Real Companhia Velha.
Recorde-se que, em Julho, a prestigiada revista norte-americana 
já tinha dado um grande destaque a este vinho, ao atribuir-lhe 
90 pontos; uma performance que lhe valeu o selo de ‘Best Value’ 
e a eleição de Wine of the Week, divulgada na newsletter Sips & Tips
Um triplo reconhecimento com particular relevo porque nos 
últimos seis meses e no universo de ‘Vinhos até 10 dólares’ 
foi o único europeu a conseguir esse feito. Igual destaque 
teve apenas outro vinho, um do novo Mundo, produzido na Austrália.
Pertença da Real Companhia Velha, ‘Porca de Murça’ é a marca 
de vinhos líder de vendas de DOC Douro, com uma produção a 
ultrapassar os 3 milhões de garrafas. 


Receita de Salada de Polvo com Batata

Pêra-Manca branco Alentejo



Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio
de Almeida destina aos seus vinhos de exceção.
Os vinhos brancos têm por base as castas Antão
Vaz e Arinto, apresentando uma cor citrina, um
aroma frutado persistente, fino e complexo. Na
boca, são macios, secos, complexos e equilibrados.

O Caipi Royal




O Caipi Royal é uma nova forma de beber Vinho do Porto,
 nascida da vontade de incentivar as camadas mais jovens a 
conhecer e consumir esta bebida cheia de tradição.
Com uma importante influência brasileira, esta bebida foi “ensaiada”, 
pela primeira vez, numa apresentação de Porto Branco Seco com gelo e
 casca de laranja, em Salvador da Bahía.Da conjugação de Caipi 
- como conceito da bebida-, e Royal Oporto - a marca-, 
surge o Caipi Royal, lançado em abril de 2008, com três receitas 
oficiais: o Caipi Royal lima, Caipi Royal abacaxi&lima e o 
Caipi Royal morango&lima.

O Royal Porto White




O Royal Oporto White é proveniente de um lote de diferentes 
Vinhos do Porto branco (onde a Malvasia Fina é predominante), 
rigorosamente selecionados e envelhecidos balseiros de carvalho, 
que apresenta um carácter e uma idade correspondente a 2 anos.
Um vinho jovem, de tonalidade palha com aromas frutados de uvas 
passas e fruta doce. Muito equilibrado, com excelente acidez e um 
final de prova longo e doce. Um excelente parceiro para Foie Gras


quinta-feira, 13 de junho de 2019

Doce de abobora receita fácil

A Marca Royal Oporto

Royal Oporto é a marca internacional da Real Companhia Velha e originária da tradução simbólica de Real Companhia Velha para inglês. A história remonta aos tempos em que os Comerciantes Inglêses se referiam à nossa empresa como Royal Oporto Wine Company por associação ao Alvará Regio da sua instituição, pela sua origem na Cidade do Porto e finalmente pela facilidade de pronuncia e interpretação.  
 
A marca Royal Oporto comercializa Vinhos do Portos de caracter unico, produzidos a partir das melhores vinhas das Quintas da Companhia, focando principalmente em Tawnies envelhecidos, que desde sempre foram loteados de forma consistente por várias gerações de Mestres de Cave da Real Companhia Velha. Consideramos alguns destes Vinhos do Porto como dos mais valiosos tesouros da empresa.

Real Companhia Velha Vintage




Os Vintage destacam-se pelo seu estilo aristocrático. São vinhos de altíssima qualidade, de uma só colheita produzidos em anos de vindimas excecionais e com uvas altamente selecionadas. Depois de submetidos à apreciação do Instituto do Vinho do Porto e devidamente aprovados como merecedores desta honrosa designação são engarrafados entre o 2.º e o 3.º ano após a vindima, depois de terem feito um breve estágio em cascos da melhor madeira de carvalho. Retinto na cor, com um aroma concentrado de notas de compota, fruto preto, ameixa e esteva, o Real Companhia Velha Vintage revela enorme intensidade aromática. Na prova mostra-se redondo, poderoso e frutado mas com uma estrutura muito elegante terminando longo e persistente, o que lhe conferem uma grande capacidade de envelhecimento.


Real Companhia Velha Museu e Enoteca

Real Companhia Velha a historia do surgimento do vinho do Porto

Real Companhia Velha

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Real Companhia Velha Colheita


Os Portos Colheita da Real Companhia Velha são
resultantes da seleção das melhores uvas das respetivas
colheitas, e que durante um período mínimo de 7 anos
 envelhecem em pipas de carvalho velho no silêncio das
 nossas caves onde adquirem um genuíno e distinto aroma,
muito intenso e complexo e uma prova fina e aveludada.
Os Portos Colheita são mais um exemplo de prestígio e qualidade
 que caracterizam o Vinho do Porto.
Num estilo alternativo ao Vintage,
os Colheitas são harmoniosos no aroma, equilibrados no sabor
e persistentes na boca. Este Porto encerra assim toda uma história
que reflete o empenho e dedicação que a Real Companhia Velha
investe na produção de vinhos que perduram na nossa memória.

Vinho do Porto Dom José Ruby


A marca D. José é atualmente uma das marcas mais
 emblemáticas de Vinho do Porto em Portugal.
Com mais de 80 anos de existência, a D. José serve
de homenagem a D. José I, Rei de Portugal que
fundou a Real Companhia Velha, sob os auspícios de
 Marques de Pombal. Os Portos que seguram a marca
apelam sempre pela qualidade e a acessibilidade ao
povo Português.
O D. José Ruby destaca-se como um Vinho do Porto
jovem e frutado de cor ruby profundo, muito rico em
aromas de frutos vermelhos bem maduros, notavelmente
caracterizado pela sua suavidade e harmonia no paladar.

Real Companhia Velha Malvasia

O Malvasia expressa todo o esplendor que existe na produção de Vinho do Porto Branco. Envelhecido em cascos de madeira durante três anos mostra-se jovem e doce, de tonalidade dourada e tem como características predominantes um aroma frutado e equilibrado. O Real Companhia Velha Malvasia é tradicionalmente tomado como aperitivo, sendo também muito apreciado para acompanhar foie gras ou pastelaria fina.


Vinho Porca de Murça Branco



O paladar fresco e saboroso do Porca de Murça Branco
torna-o no mais procurado vinho da Região do Douro, e
é sempre o mais recomendado diariamente como acompanhamento
preferencial das refeições.
Um vinho jovem de cor citrina, revelando uma complexidade
de aromas florais e frutados com sugestões de lima e frutos
 brancos. Os sabores seguem a mesma linha de expressão e
são complementados por uma acidez viva que torna o vinho
 jovem e refrescante.

Receita de compota de cereja

Receita de peixinhos da horta

terça-feira, 11 de junho de 2019

João Clara vinho branco algarvio






Algarve / Lagoa DOC
Vinho Regional Algarve
Crato-Branco e Negra-Mole
13,8%
9-11 ºC
Cor amarelo citrino. Floral com toques de toranja. Jovem, fresco e leve. 
Vinho bem estruturado, no conjunto dos seus componentes orgânicos.
Vinificado em cubas de inox à temperatura de 14 ºC a 16 ºC. 
Na boca comprova os aromas florais e a toranja. Bem arredondado, 
elegante, suave, persistente, agradável e belo final de boca.
Saladas de peixe, marisco e carnes brancas
frias, bacalhau de salga de confecção requintada.
Prato de peixe, marisco, moluscos
de cozinha tradicional do Algarve e como
A quinta João Clara, situada em Alcantarilha, tem a dimensão de 30 hectares, 
divididos pela cultura da vinha e por outras culturas agrícolas. A história desta 
quinta remete-nos para a década de 70 do século XX, altura em que o produtor 
João Alves Clara decidiu aventurar-se no mundo dos vinhos.
A quinta mantém-se hoje na mão dos descendentes, nomeadamente de Joaquim Alves. 
Pela primeira vez, este jovem produtor lançou no mercado um vinho de marca, 
que foi devidamente certificado pela Comissão Vitivinícola Regional Algarvia,
 segundo a lei em vigor. Uma decisão de aplaudir que mereceu, por isso, o
 forte apoio do produtor “veterano” João Mendes. O vinho de que se fala é o 
“João Clara – Vinho Tinto Regional Algarve 2006”, que se apresenta numa garrafa 
“vestida” pelo artista plástico Júlio Antão. Actualmente a quinta produz três vinhos
 com paladar retirado das castas Crato-Branco, Red-Globe, Manteúdo, Negra-Mole, 
Trincadeira, Syrah, Aragonez e Alicante-Bouschet. 

Aprenda a fazer licor de café

Manual do donuts

Receita de donuts

Receita de Açorda à Alentejana

Mundus vinho licoroso abafado




Mosto parcialmente fermentado à temperatura de 17ºC ao qual
foi adicionado aguardente vínica branca. Estágio final
em madeira de carvalho Nacional durante 6 anos.
Apresenta-se com uma cor âmbar límpida e brilhante, com aroma
evoluído denotando a madeira onde estagiou, e de gosto macio e
 doce bastante agradável. Deverá ser bebido com moderação,
em copo de vidro apropriado à temperatura ambiente, ou se
preferir ligeiramente fresco como aperitivo.

sábado, 8 de junho de 2019

Vinho verde muralhas de monção



Carácter predominantemente frutado, sendo de realçar os aromas de prunóideas (pêssego, alperce) resultante da elevada percentagem de vinho da casta Alvarinho. É um vinho equilibrado, persistente, macio e seco.

Receita de folhados de gila e noz

Receita de marmelada de marmelo

Receita de cozido à portuguesa

Sopa de Pedra receita tradicional portuguesa

Cacho Fresco






Um branco com baixo teor alcoólico, levemente gaseificado e com aromas primários frutados. Um frisante com boca fresca e de boa acidez, ideal para acompanhar pratos de peixe e marisco.

PORTA DA RAVESSA RESERVA TINTO




O Porta da Ravessa Reserva Tinto é um Vinho Regional Alentejano
do qual foram produzidas 400.000 garrafas.

Trata-se de um vinho elaborado a partir das castas Touriga Nacional,
Syrah e Alicante Bouschet, plantadas em solos principalmente graníticos
mas também argilo-calcários e xistosos.

Apresenta uma cor rubi intensa, com aroma a frutos vermelhos
e notas de baunilha. Sabor encorpado e aveludado.


sexta-feira, 7 de junho de 2019

Eu amo vinho

Real Companhia Velha Fundador Tawny Porto


Real Companhia Velha Fundador Tawny Porto
cor Tawny com reflexos tawny, aroma muito fino, sabor harmonioso e refinado, resultados de lotação de vinhos de diferentes idades e características, cubas e envelhecido em barris de carvalho.

Vinificação:
Inicialmente de cor vermelha, esta vinho é obtida através da mistura de diferentes colheitas. Na primeira, é envelhecido em cascos de carvalho e depois de 2 a 4 anos, é misturado. Seu envelhecimento e consequente oxidação em carvalho faz sua vez cor de vermelho para orangey (tawny) e os tons de frutas frescas ganhar noz nuances de frutos secos, conferindo ao vinho uma elegância sutil.

Castas:
Tinta Roriz, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinto Cão

Notas de prova:
cor Tawny com reflexos tawny, aroma muito fino, sabor harmonioso e refinado, resultados de lotação de vinhos de diferentes idades e características, cubas e envelhecido em barris de carvalho.

Conselhos de armazenar e servir:
Armazenar horizontalmente à Melhor servido no 15

Emparelhamento com comida:
Pode ser apreciado como aperitivo ou em qualquer outra ocasião. acompanhamento ideal para nozes, queijos ou desertos.

Michel Chasseuil: o maior colecionador de vinhos do mundo e sua adega

Em cerca de 50 anos, Michel-Jack Chasseuil recolheu as melhores garrafas de vinhos e destilados do mundo, com a precisão de colecionador e a lógica do empresário. Isso me lembra de um velho amigo que mantém vivo um hotel eno-turístico em Framura, perto de Cinque Terre, onde uma das mais belas coleções de vinhos que … não, você não poderia imaginar . Sua lista de vinhos é equivalente a uma lista telefônica dos anos em que ele costumava usar esse objeto, muitas vezes feito de papel, para procurar um número para ligar com um telefone preso a um fio.
Fala-se que Michel, hoje com quase oitenta anos de idade, habitualmente bebe suco de abacaxi, apesar daquilo que o rodeia e o que ele guarda no cofre subterrâneo. Eu não sei se é completamente abstêmio, mas se você é um colecionador e um não-bebedor, então acaba que você olha para as garrafas preciosas como se fossem relógios ou selos e você mantém o saca-rolhas no seu bolso. Como quando você é viciado até mesmo na mais linda das namoradas. Você apenas olha para isto. Você gosta disso, guarda com os olhos enquanto ela faz a maquiagem.
Sua adega museu na Aquitânia sem o c – provavelmente contém, de fato, certamente, a mais importante coleção de vinhos e destilados do mundo. Talvez nem todos bebíveis, mas apenas para ler o livro que põe impiedosamente o conhecimento enológico recolhido em preto e branco em cores e bem, eu diria que muitos ainda devem ser. O livro é para todos, enquanto a entrada para sua adega em uma pequena aldeia perto de Poitiers é reservada para poucos, ça va sans dire.
Uma primeira olhada, uma escadaria curta e íngreme, leva ao primeiro dos três espaços que o colecionadorconstruiu com as mãos desde o início dos anos 80. Uma armazenamento muito preciso, as caixas de madeira e engradados empilhadas em cima umas das outras, o cascalho no chão, o frescor da temperatura, a umidade certa. Em um canto, uma porta blindada. Atrás corre um corredor estreito de cerca de dez metros de comprimento, onde o hóspede acessa e liga com uma lâmpada. Um cotovelo à direita, outro à esquerda e cascalho de volta ao chão: ao redor das caixas de madeira. Este é o “santuário” de Michael Jack Chasseuil cheio de pérolas raras ou únicas como se fossem algo de valor inestimável. 3000 caixas de vinho para contemplar e uma galeria de champanhe que fazem dar água na boca.
O espelho que atua como teto acentua o excesso do lugar. No porão, dois expositores abrigam as raras garrafas visíveis, quase um século de Pétrus, por exemplo. No centro, outra vitrine abriga algumas relíquias, como o Cognac 1840, já de propriedade de Alain Delon, mas há também a Reserva Napoleônica Austerlitz, datada de 1805.
Desde a infância ele gosta de colecionar, selos, moedas, minerais e vinho . Uma amostra da vida herdada de seu avô, um comerciante de cavalos que oferecia centenas de garrafas de vinho a seus filhos todos os anos. Com o passar dos anos, Chasseuil tinha o hábito de guardar seis garrafas de seu pai para guardá-las, em vez de tomá-las .
Foi em seu retorno da África do Sul que sua vida mudou. Na Dassault, foi-lhe oferecido um lugar à frente de alguma missão especial e para receber delegações estrangeiras para lhes oferecer hospitalidade nos melhores restaurantes da capital. “Uma mulher toda noite e no final da estadia … eles assinaram o que queríamos”
Enquanto isso, o instinto de coleção se desenvolve, a mente sussurra para ele comprar duas caixas de cada safra, para um investimento, apenas aquele que provavelmente não estará mais lá amanhã. O resto para vender ou consumir ou vender imediatamente.
Ele deixou a empresa, mas enquanto outros saíram de férias com a liquidação, não importando onde e com quem, ele comprou quatro caixas de Petrus 1982: o que elas valem hoje? 50.000 € por caixa. Chasseuil deixou a Dassault em 1989 com 500.000 francos e depois dedicou todo o seu tempo à sua coleção. É o momento em que o crítico americano Robert Parker começa a iluminar o curso do vinho com seu sistema de anotação. Chasseuil segue as curvas da evolução dos vinhos e do mercado com uma lupa muito fina e, em seguida, conseguiu intervir no mercado de vinho contemporâneo e até mesmo caçar garrafas velhas nas caves da rica burguesia de Paris.
Uma mania, uma loucura saudável. Entre 2000 e 2010, Chasseuil toma emprestado um milhão de euros de seu banco, vende sua coleção de moedas e selos, também vende garrafas de safras intermediárias para comprar tudo o que está faltando desde 1917 e, apenas, “o melhor dos melhores” “O indisponível ele acha.
Risultati immagini per michel chasseuil
O volume de sua adega passou de 25.000 para 45.000 garrafas. Até mesmo a vinícola da Tour d’Argent – no decorrer do desmantelamento naqueles anos em Paris – entra no visor com suas 400.000 garrafas. Cria o Louvre do vinho, em todo o mundo e não apenas em francês. No livro publicado na Itália por Gribaudo, ele cita 100 rótulos, 100 vinhos de todo o mundo, que sabem o que é preciso ter que escolher sem beber.

Cocktail com vinho do Porto

Arroz doce receita original portuguesa

Quintas de Borba vinho regional do alentejo



Muita especiaria a comandar um conjunto com fruto bonito e fresco, leve nota de mentol, perfumado e muito equilibrado no aroma Bons taninos, algum volume, muita frescura, todo compacto e coeso, um vinho com ambição

quarta-feira, 5 de junho de 2019

SEXO E VINHO TINTO, DOIS ALIADOS CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA

  • 22/1/18
  • atualizado: 


Vinho tinto e sexo contra o câncer de próstata. Esta é a sugestão de médicos urólogos italianos, segundo os quais a prevenção contra este câncer tão comum, pode passar (também) pelo o vinho e por uma vida sexual ativa.
Com base em estudos científicos específicos, publicados na revista "International Journal of Cancer", os médicos - reunidos em Pozzuoli para a conferência Comunicar a Prevenção - vinho, próstata e sexualidade - “Comunicare la prevenzione – vino, prostata e sessualità”, decretaram a utilidade destes elementos que seriam inclusive muito fortes contra as formas mais agressivas desta doença.
O câncer de próstata é um dos cânceres mais comuns na população masculina e representa cerca de 15% de todos os cânceres diagnosticados em humanos: todos os anos há cerca de 35 mil novos casos somente na Itália, mas o risco de que a doença tenha um desfecho letal não é muito alto, especialmente se se intervém a tempo com um diagnóstico precoce.
Isto é o que fora demonstrado pelos dados relativos ao número de homens ainda vivos após cinco anos depois da detecção do câncer - em média 91% - uma das maiores porcentagens entre os tumores, graças ao diagnóstico precoce feito com mais frequência.
Bom, beber um copo de vinho tinto por dia pode reduzir o risco de desenvolver câncer de próstata, tanto que, de acordo com o estudo, "os homens que consomem quatro ou mais taças de vinho tinto por semana têm um risco reduzido de câncer de próstata em 50%. No que diz respeito aos tipos mais agressivos de câncer, a incidência é também reduzida em 60%".
O mérito seria de um antioxidante, o "resveratrol", que abunda na pele das uvas vermelhas. O consumo moderado de vinho tinto parece proteger também contra os distúrbios relacionados à outra patologia da próstata, a hipertrofia benigna da próstata, à qual sofrem mais de 50% dos homens acima de 60 anos (incidência que aumenta para 90% após os 70 anos).
E o que o sexo tem a ver com isso? Na sequência de outro estudo, desta vez a hipótese que fora confirmada foi a de que beber moderadamente vinho estimularia muitas sensações e acentuaria as percepções sensoriais no corpo humano. Isso indubitavelmente implicaria em uma maior propensão à intimidade.
 Um pouco de vinho, em suma, aumentaria o prazer sexual, favorecendo a erecção do homem e retardando ligeiramente o reflexo ejaculatório. "As substâncias nele contidas ajudam o funcionamento das artérias favorecendo o fluxo de sangue no membro masculino e o relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos, e a consequente erecção", disseram os especialistas.
Mesmo assim, deve-se lembrar em qualquer caso que beber é sempre complicado, porque muita gente não sabe beber com moderação. Não devemos nunca exagerar com o álcool e, em geral, para evitar o câncer, continua valendo a regra da vovó da vida saudável: comer bem, beber muita água, dormir bem, fazer atividades físicas regularmente, se estressar pouco ou zero... fazer sexo e por aí vai!

terça-feira, 4 de junho de 2019

Herdade do esporão Monte Velho 2017


A Herdade do Esporão alberga um terroir único fruto da aliança de um clima muito particular, regulado e amenizado pelo grande lago central, com os diferentes tipos de solo, exposições e pelo vasto património vitícola constituído por castas autóctones, castas oriundas de outras regiões vitivinícolas e castas internacionais. A paisagem tipicamente mediterrânica é composta por suaves planícies ondulantes que ocupam um pouco mais de 1.800 hectares de área total, 450 hectares dos quais ocupados com vinha e cerca de 80 hectares ocupados com olivais.

Rafeiro vinho regional alentejano

A Herdade Monte Branco lançou no mercado a nova marca de vinho regional alentejano Rafeiro.
Com 200 anos de tradição na produção vinícola, a Herdade do Monte Branco inicia assim uma nova fase. Os vinhos da nova marca Rafeiro, que chegam ao mercado nas variedade tinto e branco, têm a assinatura do Engenheiro António Ventura, presidente da APE (Associação Portuguesa de Enologia), em colaboração com João Figueiredo, o Enólogo Residente da herdade.
O nome escolhido para a nova marca de vinho apresenta-se como uma homenagem ao “fiel rafeiro alentejano, que simboliza a companhia ideal em momentos de descanso e alegria, passados entre a família e amigos”, explica em comunicado a herdade alentejana.
Disponíveis nas lojas da Garrafeira Nacional, no canal Horeca ou através da venda online (no site da Garrafeira Nacional e no da Herdade Monte Branco), os novos vinhos estão à venda por 6,5 euros, a variedade branco (que conjuga as castas Arinto, Rabo de Ovelha) e por 7 euros, no caso do vinho tinto (castas Trincadeira, Syrah, Cabernet Sauvignon, Aragonês).

Terras de Xisto Vinho Regional Alentejano


Rosé composto de vinhos elaborados com uvas das variedades Touriga Nacional e Touriga Franca, sem passagem por madeira. Com coloração rosada, aromas frescos e frutados intensos. Apresenta juventude, boa acidez, algum corpo. Muito equilibrado e atraente.
A vinícola
Em 9 de Setembro de 1983 foi constituída a ROQUEVALE, Sociedade Agrícola da Herdade da Madeira Lda. A atividade agrícola da ROQUEVALE foi, durante alguns anos, diversificada. Nos finais da década de 80, houve a opção de abandonar todas as outras atividades, tendo a empresa passado a dedicar-se apenas à vitivinicultura.
Situada no sopé da Serra d’Ossa, a ROQUEVALE faz parte da região vitivinícola de Redondo, atualmente, uma das oito sub-regiões da Denominação de Origem Controlada (D.O.C.) Alentejo. Apesar de possuir vinhos brancos de excelente qualidade, ainda são os tintos que fazem desta zona vitivinícola uma das de maior prestígio e Portugal.
País de origem - Portugal
Região - Alentejo
Classificação - Vinho Rosé Seco
Casta/Uva - Touriga Nacional e Touriga Franca
Graduação alcoólica - 13%ABV
Litragem - 750ml

Bolo de Morango

Bolo de morango

Ingredientes Bolo Na batedeira, bata os ovos com a água até formar um creme espumante. Sem parar de bater, acrescente, aos poucos,...

Configuração de postagens mais visitadas